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O vexame do 7 a 1 ensinou o Brasil a se defender

Carinhosa FM 1 ano ago

Não é por acaso que a Seleção tem a melhor defesa. A movimentação do time dá confiança contra o melhor ataque do Mundial, os belgas

Kazan, Rússia

“Basta entender o futebol. O nosso sistema defensivo é tão eficiente porque o futebol brasileiro aprendeu a compreender o jogo um todo. Não é por acaso que temos a melhor defesa da Copa. 

“Nosso trabalho como zagueiros está muito facilitado. Desde que comecei a atuar pela Seleção, sinto uma segurança enorme, com todos os jogadores envolvidos na marcação. Não tem como não elogiar o sacrifício do Gabriel Jesus, do Willian, do Neymar, do Coutinho. Eles são extremamente talentosos com a bola no pé. 

“Mas travam a saída de bola dos adversários como nenhum outro ataque faz. Isso que nos fez evoluir a cada partida deste Mundial. Estamos confiantes para esta quarta-de-final porque sabemos o quanto está eficiente o nosso trabalho”, diz, orgulhoso, Thiago Silva.

O Brasil sofreu apenas um gol em quatro jogos.

O zagueiro brasileiro está presente em todas as listas dos melhores jogadores da imprensa internacional. E a dupla que forma com Miranda, muito elogiada.

“Essa valorização individual não se justifica quando o trabalho é coletivo. O Brasil deixou de ser uma equipe que se apoia apenas no talento isolado dos jogadores. Mesmo pressionado, como foi em alguns momentos de jogos importantes, como o México, não perdemos a consciência, a frieza. Isso não é por acaso. Aprendemos que não podemos abrir mão do nosso esquema de jeito algum”, diz Thiago Silva.

Ele não é direto. Mas está cristalino ao que se refere. O caos emocional e, principalmente tático, que a Seleção Brasileira sofreu durante a Copa de 2014. Ao tomar os primeiros gols da Alemanha, sem Thiago Silva, suspenso, a estratégia de Felipão derreteu.  David Luiz resolveu, por conta própria atuar como meia, abandonou a defesa. O meio de campo se adiantou, querendo descontar de qualquer maneira o placar. E Dante ficou exposto. O 7 a 1 foi o retrato do caos.

E tudo também foi ruim, na disputa do terceiro lugar, com a derrota por 3 a 0 para a Holanda.

Recordar esses vexames é um assunto doloroso, evitável na Seleção de Tite, em 2018. 

“Eu me sinto muito protegido pelo sincronismo, pela movimentação coordenada e firme da nossa defesa. Aliás, do time todo. Só não vê quem não quer a entrega dos nossos jogadores ao sistema desenvolvido pelo Tite. Não é nada fácil criar chance de marcar gol no Brasil. No gol, vejo a movimentação e está mais do que compreendida a nossa caminhada firme”, diz Alisson.

“Nós estamos fazendo exatamente o que treinamos na hora de defender. É exatamente essa repetição que nos dá a firmeza. Sabemos como precisa ser a nossa movimentação. Cada um sabe o que fazer e que o companheiro também fará sua parte. Defender bem em uma seleção, onde não há o tempo de treinamento de um clube, não é fácil”, afirma Miranda.

Essa confiança e movimentação defensiva do Brasil será fundamental contra os belgas. O espanhol Roberto Martinez gosta de ver sua equipe atacando em velocidade, em bloco, com seus meio-campistas e atacantes não mantendo posição fixa. 

Tem o melhor ataque d a Copa. Com 12 gols.  Mas é verdade que a equipe se esbaldou contra Panamá e Tunísia. Fez três e cinco gols, respectivamente. Mas também venceu a forte Inglaterra por 1 a 0. E suou sangue, nas quartas, vencendo o Japão por 3 a 2. depois de sair perdendo por 2 a 0.

“Nosso trabalho como zagueiros está muito facilitado. Desde que comecei a atuar pela Seleção, sinto uma segurança enorme, com todos os jogadores envolvidos na marcação. Não tem como não elogiar o sacrifício do Gabriel Jesus, do Willian, do Neymar, do Coutinho. Eles são extremamente talentosos com a bola no pé. 

“Mas travam a saída de bola dos adversários como nenhum outro ataque faz. Isso que nos fez evoluir a cada partida deste Mundial. Estamos confiantes para esta quarta-de-final porque sabemos o quanto está eficiente o nosso trabalho”, diz, orgulhoso, Thiago Silva.

O Brasil sofreu apenas um gol em quatro jogos.

O zagueiro brasileiro está presente em todas as listas dos melhores jogadores da imprensa internacional. E a dupla que forma com Miranda, muito elogiada.

“Essa valorização individual não se justifica quando o trabalho é coletivo. O Brasil deixou de ser uma equipe que se apoia apenas no talento isolado dos jogadores. Mesmo pressionado, como foi em alguns momentos de jogos importantes, como o México, não perdemos a consciência, a frieza. Isso não é por acaso. Aprendemos que não podemos abrir mão do nosso esquema de jeito algum”, diz Thiago Silva.

Ele não é direto. Mas está cristalino ao que se refere. O caos emocional e, principalmente tático, que a Seleção Brasileira sofreu durante a Copa de 2014. Ao tomar os primeiros gols da Alemanha, sem Thiago Silva, suspenso, a estratégia de Felipão derreteu.  David Luiz resolveu, por conta própria atuar como meia, abandonou a defesa. O meio de campo se adiantou, querendo descontar de qualquer maneira o placar. E Dante ficou exposto. O 7 a 1 foi o retrato do caos.

E tudo também foi ruim, na disputa do terceiro lugar, com a derrota por 3 a 0 para a Holanda.

Recordar esses vexames é um assunto doloroso, evitável na Seleção de Tite, em 2018. 

“Eu me sinto muito protegido pelo sincronismo, pela movimentação coordenada e firme da nossa defesa. Aliás, do time todo. Só não vê quem não quer a entrega dos nossos jogadores ao sistema desenvolvido pelo Tite. Não é nada fácil criar chance de marcar gol no Brasil. No gol, vejo a movimentação e está mais do que compreendida a nossa caminhada firme”, diz Alisson.

“Nós estamos fazendo exatamente o que treinamos na hora de defender. É exatamente essa repetição que nos dá a firmeza. Sabemos como precisa ser a nossa movimentação. Cada um sabe o que fazer e que o companheiro também fará sua parte. Defender bem em uma seleção, onde não há o tempo de treinamento de um clube, não é fácil”, afirma Miranda.

Essa confiança e movimentação defensiva do Brasil será fundamental contra os belgas. O espanhol Roberto Martinez gosta de ver sua equipe atacando em velocidade, em bloco, com seus meio-campistas e atacantes não mantendo posição fixa. 

Tem o melhor ataque da Copa. Com 12 gols.  Mas é verdade que a equipe se esbaldou contra Panamá e Tunísia. Fez três e cinco gols, respectivamente. Mas também venceu a forte Inglaterra por 1 a 0. E suou sangue, nas quartas, vencendo o Japão por 3 a 2. depois de sair perdendo por 2 a 0.

Fonte:R7.com.br

 

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